Bem que a presidente Dilma Rousseff já gostaria de ter concluído sua minirreforma ministerial para poder se dedicar apenas a melhorar a gestão de governo, o seu grande objetivo para 2012, mas as mudanças estão emperradas pela falta de bons e confiáveis nomes no mercado partidário.
Numa conversa que tivemos antes do início da campanha presidencial de 2010, quando ainda era ministra-chefe da Casa Civil, Dilma queixava-se exatamente da falta de quadros para compor a equipe de governo.
O que dificulta ainda mais a escolha de substitutos para os ministros que estão balançando nas cadeiras é a necessidade de contemplar os partidos no esquema de capitanias hereditárias adotado pelo "presidencialismo de coalizão".
Já está decidido que as próximas trocas deverão ocorrer em Transportes, Trabalho, Igualdade Racial e Cultura, mas a presidente não está conseguindo conciliar os interesses partidários com um perfil adequado para unir na mesma pessoa competência profissional com conduta ética. (Blog de Ricardo Kotscho)
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