A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, caminha tranquila para uma reeleição nesse domingo. Muito possivelmente, tudo indica, no 1º turno. O fato é que todas as previsões e todas as análises de nossa mídia tupiniquim viraram pó e, para tristeza deles e alegria nossa, mais uma eleição vai ser vencida por forças progressistas e nacionalistas na América do Sul.
A avaliação dos analistas é de que a presidenta se reelege com essa tranquilidade pela condução que imprimiu à economia que cresce 8% este ano, com uma inflação de 9%.
E a Folha na eleição da sra. Kirchner, hein! O jornalão da Barão de Limeira, nos últimos dias - mas, principalmente hoje - com sua manchete "Campanha na Argentina expõe fragilidade institucional do país", quer ditar as regras da eleição argentina. O jornalão simplesmente vê onde não existem fragilidade institucional, instituições que deveriam mas não estariam fiscalizando e acompanhando o processo, e que há uso da máquina pública pela candidata à reeleição Cristina Kirchner.
Nem a oposição argentina pensa igual ou tem feito idênticas queixas. Quer dizer, o jornalão paulista está mais realista do que o rei. Quer fiscalizar as eleições na Argentina. Na certa gostaria que lá fosse como no Brasil, onde a mídia eletrônica controlada por parlamentares e famílias, junto com o poder econômico, joga um papel cada vez maior nas eleições.
O que a Folha não aceita mesmo - como não aceita no Brasil, no caso do PT e forças populares - é a vitória, pela 3ª vez, dos peronistas sob a liderança dos Kirchner que não seguem a cartilha da direita do continente que, derrotada sistematicamente nas urnas, hoje é representada fundamentalmente pela mídia.
Blog do Zé Dirceu
A avaliação dos analistas é de que a presidenta se reelege com essa tranquilidade pela condução que imprimiu à economia que cresce 8% este ano, com uma inflação de 9%.
E a Folha na eleição da sra. Kirchner, hein! O jornalão da Barão de Limeira, nos últimos dias - mas, principalmente hoje - com sua manchete "Campanha na Argentina expõe fragilidade institucional do país", quer ditar as regras da eleição argentina. O jornalão simplesmente vê onde não existem fragilidade institucional, instituições que deveriam mas não estariam fiscalizando e acompanhando o processo, e que há uso da máquina pública pela candidata à reeleição Cristina Kirchner.
Nem a oposição argentina pensa igual ou tem feito idênticas queixas. Quer dizer, o jornalão paulista está mais realista do que o rei. Quer fiscalizar as eleições na Argentina. Na certa gostaria que lá fosse como no Brasil, onde a mídia eletrônica controlada por parlamentares e famílias, junto com o poder econômico, joga um papel cada vez maior nas eleições.
O que a Folha não aceita mesmo - como não aceita no Brasil, no caso do PT e forças populares - é a vitória, pela 3ª vez, dos peronistas sob a liderança dos Kirchner que não seguem a cartilha da direita do continente que, derrotada sistematicamente nas urnas, hoje é representada fundamentalmente pela mídia.
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