segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Governo comanda economia e não vacila nas medidas corajosas. Agosto sinaliza retomada do crescimento

O governo comanda a economia de todos os lados, olhando cada detalhe, para viabilizar a retomada do crescimento. Adota medidas corajosas e inéditas. Não há nada que não tenha sido feito para promover o crescimento, e sem mudar o rumo do combate à pobreza e o aprofundamento da distribuição de renda e da busca de um desenvolvimento a longo prazo, com mudanças estruturais na educação e na inovação, com gestão, redução de impostos e investimento na infraestrutura logística do pais.


A última medida anunciada nesta sexta (14.9) foi a redução no compulsório que os bancos são obrigados a deixar intocados no Banco Central, para injetar mais dinheiro na economia. E os resultados das medidas tomadas pelo governo já começam a aparecer no crescimento da indústria. É ainda pequeno. Mas vai crescer mais.

Ao extinguir o compulsório (parcela de recursos que os bancos precisam deixar parada no Banco Central) adicional que incide sobre depósitos à vista a partir de hoje (14.9), de 6%, e ao reduziu de 12% para 11% a alíquota do adicional sobre depósitos a prazo, medida que, neste caso, vale a partir de 29 de outubro, devem ser injetados na economia R$ 30 bilhões nos próximos meses. Atualmente, os depósitos compulsórios dos bancos no BC somam R$ 380 bilhões. 

O diretor de Política Monetária do Banco Central, Aldo Mendes, afirmou que a medida foi adotada pelo governo para aumentar o crédito e levar a alíquota do compulsório para mais perto da média internacional. O governo quer que os bancos emprestem mais, ajudando o país na retomada da economia.

Também haverá incentivo para a compra de Letras Financeiras e carteiras de crédito o que, segundo o ex-diretor do BC Alexandre Schawrtsman, “encoraja o fluxo de financiamentos entre os bancos e garantem que não haja empoçamento de liquidez”. (Blog do é Dirceu)

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