Dirigentes estudantis no Chile decidiram romper o diálogo com o governo e radicalizar a luta, pedindo que universitários não retomem o ano letivo no segundo semestre e convocando uma greve geral para os próximos dias 18 e 19. Um dos fatores que levou ao rompimento é a exigência de que o governo garanta educação totalmente gratuita, o que não foi acatado.
A decisão foi tomada no fim de semana porque, segundo os estudantes, o governo oferece há três meses a mesma proposta que já foi rejeitada. O Executivo está disposto a dar bolsas apenas aos mais pobres, cerca de 40% dos estudantes. Para a classe média (20%), o governo oferece uma combinação de bolsas e financiamento
O Globo
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